terça-feira, 8 de outubro de 2013

Historia do turbante

turbante  consiste em uma grande tira de pano de até 45 metros de comprimento enrolada sobre a cabeça, e de uso muito comum na Índia, noBangladesh, no Paquistão, no Afeganistão, no Oriente Médio, noNorte da África, no Leste da África (principalmente no Quênia), noSul da Ásia e em algumas regiões da Jamaica.
A origem do turbante é desconhecida, mas sabe-se que já era usado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo.
As inúmeras formas de amarrar o turbante representam uma espécie de linguagem popular, podendo indicar a posição social, atribo a que a pessoa pertence e até mesmo o seu humor naquele momento. O uso mais intensivo do turbante se estende por toda aÁsia e pela África.
Os sikhs, que não são nem muçulmanos e nem árabes, constituem a maioria das pessoas que usam turbantes no mundo ocidente. O Ojá é um tipo de torço ou turbante usado na cabeça nas religiões tradicionais africanas, religiões afro-americanas, religiões afro-brasileiras, podendo ser de vários tipos e cores.

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Uso feminino dos turbantes

Os turbantes também são usados pelas mulheres ocidentais, como um acessório de moda. Na década de 1960 eles foram bem populares, mas não eram amarrados da mesma forma que os dos homens, presos à frente da cabeça. Usando longos lenços, elas primeiro amarravam as pontas à frente da cabeça e, a seguir, passando as pontas pela testa, as prendiam na nuca.



Os turbantes ganharam um status fashion pela mão do estilista Paul Poiret que introduziu este acessório original no cenário da moda ocidental no início do século 20. A partir daí, a moda do turbante ganhou grande relevo, tornando-se uma referência de luxo e classe, destacando-se particularmente nos desfiles das casas Chanel e Prada nos anos 50 e 60. Das passerelas saltou para a grande tela e, no mundo do cinema, Greta Garbo, Rita Hayworth, Grace Kelly, Audrey Hepburn e Sophia Loren, foram suas adeptas.

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