terça-feira, 19 de agosto de 2014

biografia do estilista Jum Nakao


Jum Nakao (São Paulo) é um estilista brasileiro.

Jum Nakao é designer e diretor de criaçãobrasileiro e neto de japoneses. Vive na cidade de São Paulo onde se localiza seu ateliê.
Inicialmente acreditava que o suporte do seu trabalho poderia ser a eletrônica e a computação, mas abandona esse setor por considerar os estudos extremamente distantes do olhar humano.
Foi na moda que Jum percebeu a possibilidade desta aproximação e inicia sua formação em 1984 através do CIT – Coordenação Industrial Textil – onde tem os primeiros contatos com profissionais da área, entre eles as professoras Vera Lígia P. Gilbert e Marie Ruckie. Em 1988 cursa licenciatura em Artes Plásticas na Faculdade Armando Álvares Penteado e em 1989 faz extensão universitária em História da Vestimenta no Instituto de Museologia de São Paulo e História da Moda com a Professora Serafina Borges do Amaral no SENAC. Em 1996 é considerado a grande revelação da 6a Edição do Phytoervas Fashion e passa a ocupar o cargo de Diretor de Estilo de uma das maiores empresas de moda do Brasil, a ZOOMP, onde permanece por seis anos. É convidado pela Du Pont em 2002 para ser o designer parceiro no Projeto Internacional Hotel Lycra. Em 2003, ineditamente um trabalho de moda faz parte de uma Mostra de Arte e Fotografia – Imagética – onde um espaço de honra é destinado para uma instalação que narra o processo de uma de suas coleções – Tributo a Brothers Quay. Os trabalhos realizados na área de artes gráficas pelo studio de design Lobo – books: Future Kitsch e Tributo a Brothers Quay – arrebatam prêmios e citações internacionais como: The One Show (EUA), “How Design” (EUA), “Creative Review” (Inglaterra) e ADG (Brasil).
Em 2004 o Banco do Brasil solicita uma campanha para estreitar elos com arte, moda, cinema e dança. Participam deste projeto diretores de arte, fotografia, publicidade ecompanhias de dança. Jum Nakao é o designer convidado para Design de Conceito e Figurinos. No mesmo ano assina contrato como diretor Criativo de uma das mais tradicionais empresas de moda feminina: VIVAVIDA. Pela primeira vez na história, em 2004 a NIKE, gigante do segmento esportivo e vestuário – maior faturamento global – estabelece mundialmente um contrato com um designer para uma linha premium: JUM NAKAO for NIKE. É convidado ainda pela FAAP, ABIT e MASP para ser o Mentor Criativo do projeto: Instituto Brasil de Arte e Moda. Realiza em junho de 2004, no São Paulo Fashion Week, uma performance em que, ao final do desfile, modelos rasgaram elaboradas roupas feitas de papel vegetal confeccionadas em mais de 700 horas de trabalho. Logo após o desfile, participa da Mostra “arte e mercado” na Galeria Vermelho, em São Paulo, com a obra “fonte dos desejos”.
Em 2005, a convite do diretor Luiz Fernando Carvalho, o designer participa da microssérie Hoje é dia de Maria , da TV Globo, respondendo pela concepção e criação de umacorte real. No mesmo ano, Jum lança, no calendário geral do São Paulo Fashion Week, o livro e documentário A Costura do invisível, realizados a partir de referências do desfile de verão 2004, editado pelas Editoras SENAC. Em junho de 2005, desfila e expõe em Paris na Galeries Lafayette nas comemorações do ano do Brasil na França. Na comemoração de dez anos de moda no Brasil, através do São Paulo Fashion Week, seu trabalho “a costura do invisível” é homenageado como o desfile da década. Em agosto de 2005, ineditamente, Moda passa a fazer parte das Mostras Culturais do SESC e Jum Nakao é convidado p/ a concepção e realização da exposição “Conflitos e Caminhos”. Em 2005 passa a assinar as coleções do tenista Guga Kuerten.
Em parceria com a Curtlo lança em 2006 uma coleção de bolsas: Curtlo por Jum Nakao que é selecionada para a I Bienal Brasileira de Design. É convidado em janeiro de 2006 pela curadora internacional Anne Zazzo do Galliera, Fashion Museum of Paris, para participar da Mostra Internacional dos mais representativos trabalhos de Moda de todo o século XX até hoje. Em julho de 2006 lança a coleção OXTO – JUM NAKAO. Realiza em 2006 a direção criativa da ópera Kseni de Jocy de Oliveira. A convite do Museu de ArteBrasileira concebe o espaço cenográfico da exposições GRAN SERA e PERCURSOS. Expõe no MON – Museu Oscar Niemeyer – em Curitiba a instalação REVOLVER em maio de 2007. Sua obra integra em outubro de 2007 a exposição Design Brasileiro – Uma mudança do olhar realizada no Palácio do Itamaraty. Em 2007 assume a direção criativa da NUTRISPORT. Participa em novembro de 2007 da mostra Moradias Transitórias no Museu Nacional com a obra Paisagem Urbana. Ainda em novembro de 2007 integra a Mostra SESC de Artes Circulações – Molina Remix com a instalação O que os olhos não vêem. Em 2008 é convidado para participar do Festival Bienal de Artes da Nova Zelândia com a exposição The Enchanted World of Jum Nakao na celebração de primeiro aniversário do The New Dowse Museum.
Em 2008 é selecionado pela curadora do Museu de Arte Contemporânea de Tokyo, Yuko Hasegawa, para integrar a exposição quando vidas se tornam forma: dialogo com ofuturo – Brasil-Japão e neste mesmo ano é o artista convidado para conceber em São Paulo o espaço do pavilhão comemorativo do Centenário da Imigração Japonesa. Expõe em 2008 no Festival della Creatività em Firenze. Participa da Mostra Nipon realizada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro e em Brasília com a Instalação Rasgo. É o idealizador e curador da exposição Reproduzir ocorrida em 2008 dentro da Semana Viver Design SP. Sua performance Vestidos Multi Prismáticos é contratada para o lançamento da operadora de telefonia celular Oi em São Paulo. Participa a convite do Itaú Cultural, ainda em 2008, da mega instalação PETS que ocupou as marginais do rio Tietê em São Paulo.
A convite do Conselho Euro Brasileiro, participa da Feira de Design de Milão de 2009 como diretor do projeto Floresta Móbile e com o projeto COCAR. Realiza em 2009 a convite da Coca Cola Inc. a direção de arte e concepção dos personagens da campanha Kuat Eco. A Nespresso comissiona em 2009 Jum Nakao para o lançamento mundial no Brasil de seu café Premium Singatoba, onde um quadro cinético de mais de 6 metros é desenvolvido para esta ação. A convite dos curadores do Sabbioneta Art Festival participa como Fashion Intelecttual da mostra Please me Fashion realizada em Mantova na Itália com a obra luxdelix. A mostra foi exposta no Palazzo Ducale entre os dias 6 de junho a 18 de julho de 2010. Ainda em 2010, a convite do SPCD ( São Paulo Companhia de Dança) desenvolve os figurinos do espetáculo OS DUPLOS. Sua instalação e perfomance Vestígio Vestiveis, produzida pela Cinnamon Comunicação e com realização do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, realizada em junho de 2010 durante a 20º edição da SPFW, se torna um marco histórico na mediação entre Arte e Moda. Em novembro de 2010, a convite do Ministério da Cultura, Jum integra o projeto Brasilidades e instala nos pilotis do MAM – Museu de Arte Moderna – do Rio de Janeiro sua obra O Sonho de Darcy.
A convite do Sindmóveis, realiza a concepção do espaço do Salão Design 2011, em Bento Gonçalves na Casa Brasil, o mais importante evento da Indústria Moveleira do Brasil. Em 2012 é homenageado na vigésima sexta edição da Casa Cor onde concebe o espaço Jum Nakao. Concebe e realiza o Reality Project durante o Dragão Fashion 2012 em parceria com o Senac, projeto em que pela primeira vez na história uma coleção completa é desenvolvida em tempo real durante uma semana de moda. No lançamento da nova identidade coorporativa do Senac é convidado para idealizar o espaço das Editoras Senac na Bienal do Livro. No encerramento das Olimpíadas de Londres 2012, Jum é o designer responsável pela cerimônia de apresentação do Brasil. Expõe em 2012 na Somerset House em Londres sua obra Memórias transportáveis, sonhos encaixotados. Em outubro de 2012, participa da abertura da Exposição Futurotextiles no CETI (European Center for the Innovative Textiles) em Lille, França com a obra Cloud Dress. Lança em 2013 a coleção de móveis Schuster – Jum Nakao.
Jum realiza diversas palestras e workshops pelo país e no exterior sobre o processo criativo. Em sua produção, Jum Nakao é capaz de conciliar os recursos da tecnologia digital à sofisticação de peças únicas confeccionadas à mão, como o encontro em clima de suspense e contos de fadas, da elaborada moda do século XIX com o universo lúdico dos bonecos playmobil.
Como disse um dia Lautréamont, o que depois virou um slogan surrealista, “Belo como o encontro entre uma máquina de costura e um guarda-chuva sobre uma mesa de dissecação”. Dissecando o mundo, Jum Nakao costura o imprevisível.


sábado, 5 de julho de 2014

Como surgiu o batom

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batom é um cosmético usado para dar cor aos lábios. Com ou sem brilho, realça a boca e é disponível em várias cores e marcas, adequando-se a diversos gostos. O nome vem do francês bâton, literalmente "bastão", embora o cosmético não seja chamado assim em francês


As mulheres da Antiga Mesopotâmia foram possivelmente as primeiras mulheres a inventarem e usarem batom. Elas pulverizavam minérios para decorar os lábios. As mulheres da antiga Civilização do Vale do Indo usavam batom nos lábios para decoração. No Egito Antigo, eram usados pigmentos vermelhos extraídos de algas, 0.01% iodo, e bromo manitol, o que causa graves problemas de saúde.Batons com efeitos brilhantes foram inicialmente feitas usando a substância que causa a iridescência encontrada em escamas de peixe.
Na Europa Medieval, o batom foi proibido pela igreja e foi pensado ser usado como uma "encarnação de Satã", .
Colorir os lábios começou a ganhar alguma popularidade na Inglaterra do século 16. Durante o reinado da rainha Elizabeth I ter os lábios vermelhos brilhantes e um rosto branco e austero tornou-se moda. Naquela época, o batom era feito a partir de uma mistura de cera de abelha e extratos vermelhos de plantas. Só as mulheres da classe alta e atores masculinos usavam maquiagem.
Em 1770 foi proposta uma lei britânica para o Parlamento que um casamento devesse ser anulado se a mulher usava cosméticos antes do casamento.
Durante a maior parte do século 19, o uso óbvio de cosméticos não foi considerado aceitável na Grã-Bretanha para mulheres respeitáveis​​, e seu uso foi associado a grupos marginalizados, como atrizes e prostitutas. Considerava-se descarado e grosseiro usar maquiagem. Na década de 1850, relatórios foram publicados às mulheres com advertências sobre os perigos do uso de chumbo e vermelhão em cosméticos aplicados na face. Até o final do século 19, Guerlain, uma empresa de cosméticos francesa, começou fabricar batom. O primeiro batom comercial foi inventado em 1884, por perfumistas em Paris nas França. Era estava coberto de papel de seda e feito a partir de sebo de sebo de veadoóleo de rícino e cera de abelha. Before then, lipstick had been created at home. Complete acceptance of the undisguised use of cosmetics in England appears to have arrived for the fashionable Londoner at least by 1921.
No século 19, o batom era colorido através de corante carmim. O corante carmim era extraído de cochonilha nativas do México e da América Central. A cochonilha é um inseto que produz ácido carmínico para evitar a predação por outros insetos. O ácido carmínico, constitui 17% a 24% do peso de cada inseto seco e o corante pode ser extraído de seu corpo e ovos.
Este batom não vinha em um tubo, mas era aplicado com pincel. O corante carmim era caro e aparecer de batom carmim era considerado pouco natural e teatral, por isso o batom não era para uso diário. Somente atores e atrizes poderiam sair em público com batom. Até 1880, poucas atrizes de palco usavam batom em público. A atriz Sarah Bernhardt, começou a usar batom e blush em público. Antes do final do século 19, as mulheres só usavam maquiagem em casa. Bernhardt muitas vezes aplicou corante carmim nos lábios publicamente.
No início da década de 1890, o carmim foi misturado a uma base de cera e óleo. A mistura rendeu uma aparência natural e foi mais aceitável entre as mulheres. Naquela época, o batom não era vendido em tubos metálicos ou pláticos, mas em tubos de papel, papéis coloridos, ou em pequenos frascos.
Em 1912 as mulheres americanas já começaram a considerar batom como aceitável, embora um artigo no New York Times avisava ​​sobre a necessidade de usar com cautela.
Em 1915, o batom foi vendido em cilindros metálicos que foram inventado por Maurice Levy. As mulheres tinham de deslizar uma alavanca pequena na parte lateral do tubo com a ponta dos seus dedos para deslocar o batom para cima para o topo da embalagem. Em 1923, o primeiro tubo giratório foi patenteado por James Bruce Mason Jr. em Nashville, Tennessee.Como as mulheres começaram a usar batom para fotografias, a fotografia ajudou o batom a ser aceitável entre as mulheres. Elizabeth Arden e Estee Lauder começaram a vender batom em seus salões.

Biografia da cosmetologista Estée Lauder


Estée Lauder (1 de julho de 1908 — Nova Iorque24 de abril de 2004) foi uma emblemática cosmetologista norte-americana. Empresária norte-americana decidida a dar às mulheres a oportunidade de se sentirem belas, Estée fundou uma companhia fabricante de produtos de beleza e cosméticos com seu nome, que rapidamente se tornou sinónimo de qualidade, feminilidade e satisfação.
Filha de imigrantes judaico-húngaros, Estée Lauder, começou vendendo os cremes que eram fabricados por seu tio, um químico vienense, em sua própria cozinha. Logo em, seguida, começou a imitá-lo passando a preparar os seus próprios cosméticos, que imediatamente foram postos à venda em vários salões de beleza de hotéis de luxo de Nova Yorque. Com 34 anos, ambiciosa e determinada, abre nessa cidade, em 1944, a sua primeira loja.
Começou por vender cremes para a pele e foi conquistando o seu espaço no mundo dos cosméticos. Em 1946, funda sua própria empresa Estée Lauder Companies, juntamente com seu marido. Dois anos depois, alcança o sucesso introduzindo seus produtos na loja de luxo Saks, na Quinta Avenida. Diz-se que teria sido submetida à prova através de um produto contra acne desenvolvido especialmente para a filha do gerente geral dessa loja.
Assim, continua em vertiginoso impulso ascendente assinando alguns outros contratos de exclusividade com outras lojas de departamentos igualmente famosas. Utilizava como técnica de comercialização a colocação de seus produtos ao alcance de sua clientela, assim sendo, disponibilizava em primeira instância amostras grátis, que surtiam notável impacto de divulgação. A marca fica conhecida internacionalmente quando é adotado pela loja de departamentos de Harrods, em Londres, no ano de1960. Estée representava o maior «faro» existente no ramo da perfumaria. Os perfumes por ela fabricados hoje constituem mais de 70 fragrâncias.
Criando seus próprios laboratórios de pesquisas de alta tecnologia, através de renomados cientistas e dermatologistas, Estée torna-se então referência absoluta na pesquisa científica do ramo da cosmetologia. Ansiosa em permitir que toda mulher ficasse o mais bonita possível, Estée Lauder lançou coleções de maquiagem todas personalizadas de acordo com as estações do ano, com as coleções dos estilistas ou mesmo quando recebia encomenda focada em temas previamente escolhidos.
O que começou por ser uma pequena firma transformou-se num negócio efervescente que chega aos nossos dias como um sólido império de cosmética. A visão de futuro de Estée Lauder valeu-lhe o estatuto de rainha da beleza.
A cosmetologista morreu com 97 anos.
Todas as coisas bonitas começam com uma visão no sonho de um visionário. Estée Lauder sempre causou admiração, tornando-se hoje a representação de um modelo feminino de sucesso.
Consagrada em 1998 pelo periódico semanal The Times como «gênio do negócio mais influente do século», deixa-nos como herança um real império da beleza. Os produtos do grupo (que inclui algumas marcas como Estée Lauder, Clinique, Aramis, M.A.C e Origins) encontram-se disponíveis em mais de 14 mil distribuidores varejistas.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Moda na década de 1980




A moda anos 80 (tempo compreendido entre 1980 a 1989), a New Wave (nova onda - em inglês), inspirou-se basicamente na onda da geração saúde e da febre da ginástica aeróbica. Contrariando a moda dos anos 60 e 70, onde em um vestuário da moda prevalecia roupas largas, artesanais e de inspiração indiana, nos anos 80 o uso de roupas de ginástica (lycrasapatilhapolaina) no cotidiano, combinadas a roupas excêntricas e exageradas, com cores cítricas, estampas de animais e sobretudo muito alegrese de bolinhas, foi sem dúvida o grande marco na moda da época.

Com todas o avanço tecnológico, a moda oitentista se baseou em tudo que era novo, moderno e eletrônico. O Japão, foi um dos grandes países inspiradores da moda da época. O surgimento do stretch dava um ar futurista as roupas, mesmo assim, várias pessoas aderiam aos brechós procurando a moda do armário da "vovó". Os cabelos aderiram um corte assimétrico, com franjas repicado. Muitos usavam com gel, e mantinham um topete tão alto quanto conseguiam. A tintura com cores exóticas e marcantes se tornou mais frequente entre os jovens.
Mesmo com tom de constante inovação, vários estilistas preferiam manter o tom sóbrio de suas roupas , não aderindo a moda futurista. Foi como o famoso estilista Giorgio Armani fez, com seus cortes sóbrios garantiu a elegância de homens e mulheres que se adaptavam ao estilo clássicos.
Para a época, ser bem vestido era apenas um detalhe se não houvesse um belo corpo. A febre da malhação e ginástica, veio acompanhada das inúmeras academias que se estendiam cada vez mais pelos centros urbanos. Entre os jovens, era comum irem a academias para aulas de dança com música ritmadas, vestidos com collants e polainas, o objetivo do homem era ter um corpo bonito e saudável, aliado a moda e o sucesso.

A moda das academias fez com que o tênis, o moletom e a lycra, não fossem mais peças exclusivamente esportivas. Sendo popularizadas para ocasiões cotidianas, ganhando tons modernos e urbanos. O tênis ganhou milhares de "looks" alternativos, nas mais variadas formas e cores. Sendo assim, o calçado que se tornou febre da moda era o All-star, pelo seu estilo simples e confortável, mas com as mais variadas cores e estampas, considerado um tênis inovador, foi (e ainda é) um dos calçados mais famosos e usados pelos jovens.

A música, além do cinema, foi um dos mais importantes meios de difusão da moda. Não havia apenas um estilo do momento, todas as tribos se estendiam com as mais diversas tendências: popsdarks/góticosheadbangers e rastafaris, havia estilo diversificado para todos. Ao contrário do atual, o pop que fazia sucesso na época era o mais melancólico. Bandas como The SmithsThe Cure e Joy Division, fizeram sucesso estrondoso, principalmente com a divulgação dos videoclipes, que associava rapidamente a imagem a música.
Madonna, apesar de não fazer o estilo pop-melancólico, e sim extremamente alegre, influenciou a sociedade com seu estilo livre e despudorado, com cores vibrantes e cortes exóticos. No mesmo estilo, fizeram grande sucesso cantoras como Cindy Lauper e a brasileira Xuxa.


Acompanhando as roupas, tudo era muito colorido e extravagante. Na maquiagem, as mulheres usavam muito colorido, sombras fortes e batom com cores vivas, sempre na linha exótica e chamativa. Os acessórios não poderiam ficar de fora da moda futurista, o acrílico e o plástico entraram em alta, nas mais variadas cores, geralmente cintilantes. Por terem um aspecto do futuro e um baixo custo, pulseiras, brincos e colares deste material foram a grande sensação.

Os anos 80 serão eternamente lembrados como uma década onde o exagero e a ostentação foram marcas registradas. Os seriados de televisão, como Dallas, mostravam mulheres glamourosas, cobertas com jóias e por todo o luxo que o dinheiro podia pagar. A moda apressou-se por responder a esses desejos, criando um estilo nada simplório. Todas as roupas de marcas conhecidas tinham seus logos estampados no maior tamanho possível. O jeans alcança seu ápice, ganhando status. E os shoppings tornaram-se paraíso dos consumistas.Pode-se dizer que os anos 80 começam realmente em 1977, com o sucesso da música “disco” inspirados no filme “Saturday Night Fever”. Voltam à tona, o glamour da noite e o charme do excesso e do brilho, deixando para trás o estilo hippie dos anos 70.A juventude trouxe de volta o que já era considerado “velho”: roupas sob medida e vestidos de baile. Os anos 80 seguem o charme e a sofisticação dos anos 60, porém com um certo exagero.Nesta década, os japoneses marcaram posição no cenário internacional. Em um universo tecnológico (o Atari surgiu nessa época), a moda inspirou-se no Japão, emergente com suas novidades, e em tudo o que fosse electrónico: neons, computadores, automáticos, etc.Os anos 80 ficou tambem conhecido como a decada perdida,pois todos querem de volta um tempo que nao volta mais,e os anos 80,deixou saudades

sábado, 28 de junho de 2014

Saia de tule: como Surgiu





A saia de tule surgiu em 1820 no figurino de apresentação das bailarinas. Feitas de tule, gaze, musselina e organza são saias armadas. No Ballet Clássico a roupa mais usada eram os tutus pratos, aquelas saias finas de tule bem armadas, pois permitiam que as pernas da bailarina fossem vistas e assim ficava mais fácil verificar se os passos estavam sendo executados corretamente.
Este figurino do balé clássico continua o mesmo até hoje, mantendo assim a tradição da dança.

Saias de tule super elaboradas para mostrar o desempenho das bailarinas


O Balé Clássico, ou Dança Clássica, surgiu numa época de intrigas entre os Balés Russo
e Italiano, que disputavam o título de melhor técnica do mundo. Sua principal função era espremer ao máximo a habilidade técnica dos bailarinos e bailarinas e o virtuosismo que os
passos de balé poderiam mostrar e encantar toda a platéia.

Sempre coadjuvante, a saia de tule esteve restrita àquelas mais ousadas, no estilo punk rock com pitadas de patricinha. Em algumas coleções apareceu embaixo de saias jeans ou vestidos um tanto pin ups pro dia-a-dia, ficando em alta apenas nas produções temáticas, como o estilo forte de Madonna em Like a Virgin que ganhou o mundo. Perfeita para volume em saias, os tutus sempre estiveram nos salões de festa, em lindos vestidos de noivas, no sexy Moulin Rouge style e principalmente no ar rococó de criações em cores nudes, como rosa antigo e bege, branco, pérola e preto.

Para se inspirar:
Sarah Jessica Parker é apaixonada pelos tutus. Sua personagem Carrie Bradshow em Sex and the City usou looks marcantes nos episódios, copiados por mulheres do mundo todo. Sempre ícone de moda, Sarah adora vestidos longos com tule e desfilou muitos deles no Red Carpet.


Sarah na campanha publicitária do perfume que leva seu nome com vestido de tule


Noite de festa no Red Carpet: SJP de vestido longo com saião de tule.

Nos dias atuais, vemos looks assim cheios de estilo e graça.
















quinta-feira, 26 de junho de 2014

Biografia DIANE VON FURSTENBERG

Diane von Fürstenberg, nascida Diane Simone Michelle Halfin e que antes de divorciar-se do príncipe Egon von Fürstenberg atendia por Diane, princesa von Fürstenberg, (Bruxelas31 de dezembro de 1946) é uma economista e estilista belga naturalizada estadunidense. É considerada umas das mais importantes criadoras de moda dos anos 1970 e 1980.
Diane Simone Michelle Halfin nasceu em uma família judaica de classe média alta. Seu pai, Leon Halfin, nascido na Romênia e denacionalidade russa, passou a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) na Suíça. Sua mãe, Liliane Nahmias, de nacionalidade grega, foi uma sobrevivente do Holocausto. Dezoite meses antes de Diane nascer, sua mãe foi enviada para Auschwitz.
Tendo estudado Economia na Universidade de Genebra.
Aos dezoito anos, Diane conheceu o príncipe Egon von Fürstenberg (1946-2004), o filho mais velho do príncipe Tassilo von Fürstenberg, membro da Casa de Fürstenberg e, como tal, da alta nobreza alemã, e de Clara Agnelli, uma herdeira da Fiat, cuja família tem ascendência na nobreza italiana. Eles se casaram em 1969 e tiveram dois filhos, o príncipe Alexander von Fürstenberg (que nasceu seis meses depois do casamento ) e a princesa Tatiana von Fürstenberg, que nasceu emNova York. Hoje, é avó de três netos.
O casamento dos Fürstenberg, embora não fosse feliz e bem aceito pela família do noivo por causa da religião da noiva, foi considerado dinástico e, por isso, Diane recebeu o título de princesa von Fürstenberg, de acordo com o livro Manual Genealógico dos Nobres (alemães): Casas Principescas (em alemãoGenealogisches Handbuch Des Adels: Fürstliche Häuser). Egon e Diane divorciaram-se em 1972. Desde então, ela não tem mais o título nobiliárquico de princesa von Fürstenberg, mas pode usar o nome, como o faz em sua profissão.
No começo dos anos 1980, Diane von Fürstenberg teve um caso com Alain Elkann, ex-marido de Margherita Agnelli (prima de Egon), e manteve uma boa relação com os três filhos dele, GinevraJohn e Lapo Elkann.
Em 2001, ela casou-se com Barry Diller, responsável pela criação da Fox Broadcasting Company ao lado do magnata Rupert Murdoch. Diane e Barry estavam romanticamente envolvidos desde os anos 1970, embora a relação tivesse seus intervalos. No ano seguinte, ela obteve cidadania estadunidense.
Diane Von Furstenberg entrou no mundo da moda ainda em 1972 e se destacou rapidamente, por meio de sua suntuosa coleção de vestidos em jérsei. Quatro anos depois, conseguiu a façanha de vender mais de 1 milhão de vestidos e, com isso, ganhou notoriedade mundial, contando, inclusive, com uma entrevista especial à

Newsweek.Especialista em fazer dos cortes e modelagens ponto de partida para a construção de looks sedutores, mas muito distante do estilo girlie, as roupas Diane Von Furstenberg mesclam uma visita a elementos clássicos, mas submetidas a uma visão moderna e arrojada. Wrap dress com um toque de alfaiataria, modelos estruturados e que exalam independência, além de peças em estampas geométricas, inspiradas em obras neoconstrutivistas, são apenas algumas peculiaridades de uma marca que não abre mão de transbordar luxo e sedução, mas sem forçar nenhum ponto, tudo de maneira natural.




vestidos Diane von Furstenberg

Diane Von Furstenberg é um dos nomes mais poderosos da moda mundial. Estabelecida em Nova York, a estilista iniciou sua carreira ainda em 1972 e, em 1976, ganhou destaque junto à mídia especializada em função da altíssima qualidade de seus vestidos em cortes precisos, modelagens diferenciadas e um acabamento de requinte muito acima da média dos novos talentos que estavam surgindo na cena norte-americana da época. As roupas Diane Von Furstenberg fizeram a estilista chegar ao Council of Fashion Designers of America (CFDA).



estilista Diane von Furstenberg