quinta-feira, 29 de maio de 2014

10 formas de usar um turbante com estilo

Como usar turbantes com estilo Site de moda feminina
Acessório da cultura oriental que simboliza proteção e respeito, o turbante é uma peça que faz parte do cotidiano de países como a Índia, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão, Oriente Médio, Norte e Leste da África, no Sul da Ásia e em algumas regiões da Jamaica. Uma simples tira de pano, de cor lisa ou estampada, que se enrola na cabeça, o turbante pode ser usado de várias formas, dando um estilo único a cada mulher. Quem se atreve a usar?

História dos turbantes

Os turbantes ganharam um status fashion pela mão do estilista Paul Poiret que introduziu este acessório original no cenário da moda ocidental no início do século 20. A partir daí, a moda do turbante ganhou grande relevo, tornando-se uma referência de luxo e classe, destacando-se particularmente nos desfiles das casas Chanel e Prada nos anos 50 e 60. Das passerelas saltou para a grande tela e, no mundo do cinema, Greta Garbo, Rita Hayworth, Grace Kelly, Audrey Hepburn e Sophia Loren, foram suas adeptas.

Turbantes novamente na moda

Os turbantes novamente na moda como usar
A partir de 2012-2013, os turbantes voltaram a estar em alta: elegante, excêntrico, chique ou casual, o turbante é definitivamente um “must-have”, que adiciona um toque de sofisticação a um estilo único.  Jennifer Lopez, Sarah Jessica Parker, Eva Mendes, as gêmeas Olsen e Kourtney Kardashian são apenas algumas das celebridades que já se renderam a este acessório. E você… vai ser a próxima?

10 formas de usar um turbante com estilo

1. Turbante completo

Turbantes na moda como usar site de moda Feminina
Tal como o próprio nome indica, um turbante completo tapa a totalidade da cabeça e resulta muito bem com o cabelo solto, sendo um modelo indicado quer para looks mais formais, quer para looks mais informais.

2. Turbante parcial

Como usar turbantes na moda no dia a dia Site de moda feminina
O turbante parcial, por sua vez, cobre apenas parcialmente a cabeça, ideal para estilos e looks mais descontraídos e urbanos.

3. Turbante com laço

Como usar turbantes com laço no dia a dia site de moda feminina
O turbante em forma de laço pode dar um look simultaneamente divertido e arrojado… mas cuidado para não parecer a Minnie! O objetivo é conseguir um visual girly, mas trendy.

4. Turbante com nó

Como usar turbantes com nó site de moda e tendências feminina
Se não é adepta dos laços, um turbante com nó é outra boa opção, sendo especialmente indicado para quem tem cabelo curto, uma vez que confere dimensão ao look, compensando assim a “falta de cabelo”.

5. Turbante com volume

Como usar turbantes com volume site de moda feminina
Para quem gosta de chamar a atenção, o turbante também pode ser usado com volume. Embora um pouco atrevido, o efeito final é fantástico!

 6. Turbante com glamour

Como usar turbantes com glamour em festas e eventos chic site de moda e tendências femininas
Num evento especial o turbante pode torná-la única! Se quer protagonismo numa festa, não deixe de usar um turbante… e prepare-se para arrasar!

 7. Turbante de forma chic

Como usar turbantes de forma chic site de moda feminina e tendências
Para um look de trabalho ou para um evento mais formal, um turbante confere elegância e sofisticação, com um bonito efeito surpresa que não deixará ninguém indiferente.

8. Turbante de forma casual

Como usar turbantes em looks casuais site de moda feminina
Um look apropriado para o fim de semana! Se, de vez em quando, gosta de sair um pouco do seu comum e conseguir um visual mais cool, aqui está uma boa maneira de usar um turbante com estilo.

9. Turbantes no verão

Como usar turbantes no verão e na praia site de moda feminina
Em geral, o turbante combina com qualquer estação do ano – só precisa de adequar o tecido, o padrão e a cor à mesma. Na praia, é perfeito para proteger o cabelo do sol, ao mesmo tempo que dá um ar de boho-chique.

10. Turbantes no inverno

Como usar turbantes no inverno site de moda feminina
O turbante no Inverno também é um mimo! Igualmente quente, o turbante pode perfeitamente substituir um chapéu ou gorro e fazer, em simultâneo, toda a diferença, mesmo nos  looks mais simples.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Roaring Twenties - Loucos anos 20



Anos 20 minha época favorita, amo esse vídeo simplismente perfeito. As roupas, cabelos
e tudo mais dessa década eu amo.




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Botas Montaria: Como surgiram?





Como surgiram as botas Montarias?

Pinturas descobertas na Espanha e que datam de cerca de 13.000 a.C. mostram homens e mulheres com botas de peles de animais.

Mas de fato os primeiros sapatos de que se tem notícia apareceram na Mesopotâmia e no Egito, cinco mil anos antes de Cristo.

Também na mesma época surgiram as botas. 

Estas foram criadas pelos persas, que viviam nas montanhas e viajavam muito à cavalo. "O sapato, neste caso, foi uma necessidade imposta pelo frio e pelo modo de vida".

No século 18, as mulheres das classes altas continuavam usando calçados feitos de seda e veludos. 

A única exceção à regra era a bota de montaria - uma versão reduzida do modelo masculino - que as mulheres podiam usar quando montavam a cavalo.

Eram usadas para montar em cavalos, pois os canos altos evitavam o desgaste da calça quando tinha contato com o couro rústico da cela.

Só após a década de 1830, as mulheres que não trabalhavam começaram a usar botas na vida diária. 

Para fazer o pé feminino parecer mais delicado, as novas botas até o tornozelo eram feitas com formas estreitas e firmemente apertadas com botões. A sua função era aprisionar a carne, afastando-a da tentação, mas tinham o efeito exatamente oposto - realçavam a curvatura da barriga da perna e revelavam-se altamente eróticas.

Quando a produção em massa surgiu, na década de 1850, as botas ficaram ao alcance tanto das criadas como das senhoras a quem serviam. Deixando de ser um sinal de posição social elevada, a bota se tornou um símbolo de crescente igualdade não apenas entre os sexos, mas também entre as classes sociais.

As botas femininas entrariam no mundo da moda no século 20. Proliferaram novos modelos, materiais, tamanhos e alturas de saltos. Pela primeira vez, as mulheres que usavam botas, e não os homens, foram o centro das atenções. Nos anos 60 surgiu a moda da minissaia que mostrava e destacava ainda mais as pernas femininas.

De repente, as botas deixaram de ser simples acessórios. Passaram elas mesmas a ditar a roupa que se devia vestir. 

As botas montaria são muito confortáveis, cano longo, geralmente até o joelho, sem salto alto (mas já existe modelos com saltos não muitos altos) e geralmente não possuem muitos enfeites, os bicos são arredondados.


Como Usar Botas Montarias?
A combinação mais difícil de errar com a bota montaria é a calça, seja ela jeans, legging ou qualquer outro tecido.

A bota com vestido é algo não muito óbvio, se pensarmos que bota é para o frio e vestido para o calor, porém é um acessório de moda e fica bonito sim naqueles dias em que a temperatura não está muito baixa nem alta, ou se for para algum lugar fechado onde a temperatura é considerada normal, nem frio, nem calor.


Por último, saias e shorts, que também ficam muito legal! Se quiser usar com uma meia calça preta por baixo, ótimo!
bjs até...

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Sapato com meia: dicas para aderir à tendência que já ganhou as ruas lá fora

A dupla sapato + meia é, sim, polêmica. Mas vive agora um de seus melhores momentos fashion. Ela substitui as botas em alguns momentos, protege do frio e tira qualquer look do lugar comum. Aqui, dicas para quem gosta da tendência e pretende usar e abusar


Se for adotar a trend com sapato aberto na frente, escolha uma meia bem opaca, para não causar estranhamento. O sapato com meia é um truque proposital, muito bem pensado e com uma pegada moderna. É difícil errar a composição usando a meia e o sapato da mesma cor. Para dar um "up", brinque com texturas. O calçado de verniz cai bem com a meia mescla. 


Quando os sapatos forem coloridos, a meia precisa ser neutra, e de preferência de cor sóbria. O equilíbrio é a única regra que você precisa seguir. 
As opções texturizadas, junto com pares estampados, se tornam protagonistas do look. 
Que tal sair dos looks monocromáticos do inverno? O amarelo é um tom alegre e dá um toque fun nas produções da estação. 
E, para finalizar, a meia pode ser mais longa e subir ao topo da escala fashion. vale lembrar que isso e pra você que tem a perna fina amiga. 
Fontes: Elle


segunda-feira, 19 de maio de 2014

coturno como surgiu


Coturno é um tipo de calçado, mais precisamente um tipo de bota, voltada principalmente para o uso militar em atividades de combate. Geralmente são feitos de couro (tratado de maneira especial para tornar-se impermeável), porém tecnologias modernas permitem a fabricação de coturnos com materiais como kevlar e nomex. O objetivo do coturno é oferecer ao combatente uma combinação de atrito com o solo (evitando escorregões), estabilidade do tornozelo (evitando torções) e proteção para os pés. Apesar da aparência rústica, coturnos modernos podem ser bastante confortáveis. Também são classificados como equipamento de proteção individual.

Coturnos em relação à moda

Coturnos também são populares como vestimenta nas subculturas do góticopunkgrungeheavy metalskinheadindustrial entre outras; no entanto, eles estão se tornando mais e mais mainstream. Além da moda, em si, muitas pessoas optam por usar coturnos simplesmente devido à durabilidade, conforto e outras utilidades, já que as botas são projetados especificamente para serem confortáveis de usar em uma variedade de mudanças e condições, por longos períodos sem desgaste significativo. Coturnos têm uma vida útil mais longa do que as botas comuns, o que pode dar-lhes uma sensação de vintage. Por essas e outras razões, podem ser comprados em quase todas as cidades de certo tamanho em lojas de excedentes militares, ou em grandes cidades em lojas de produtos específicos para roqueiros ou motociclistas.

Junto com a tendência do militarismo, os coturnos voltaram com tudo, mas muita gente ainda tem um certo receio em usar, justamente por ter uma aparência rústica, porém são extremamente confortáveis e as marcas estão investido em diversos modelos para agradar a todos, há coturnos com spikes, brilhos, animal print, entre outras tendências. Coturnos podem ser usados com calças, shorts, vestidos, leggins, saias.Separei algumas imagens pra vocês se inspirarem.









sexta-feira, 16 de maio de 2014

História da moda: Moda bizantina


Com o fim do Império Romano, a Europa Ocidental começou a se desenvolver independentemente do que restava do Império, o Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino). Os bizantinos da classe alta vestiam túnicas bem decoradas. Tais túnicas eram feitas de seda e fiapos de ouro, e usavam pérolas e pedras preciosas como decorações. Pessoas de classes mais baixas vestiam túnicas simples. Os imperadores e pessoas da corte usavam também um tipo de manta sobre suas túnicas. Posteriormente, o imperador e a imperatriz passaram a usar um longo tecido em volta dos seus pescoços, como um cachecol, e nobres passaram a usar longas e firmes meia-calças. 

Trajes de Justiniano e seu séquito
Os estilos usados no Império Bizantino influenciavam pesadamente a moda na Europa Ocidental. Pessoas da nobreza européia passaram a usar roupas cada vez mais complicadas e complexas do que as usuais roupas simples de algodão, pêlos e couro. Geralmente as pessoas faziam suas roupas em casa, como sempre fora feito. Mas à medida que as cidades cresciam, pequenas lojas especializadas na fabricação de roupas surgiam. Muito das roupas, então, passou a ser feitas por artesãos. À medida que os artesãos tornavam-se mais habilidosos, a qualidade da roupa crescia. Eles passaram a cortar, ajustar e decorar as roupas que fabricavam em jeitos cada vez mais elaborados. Posteriormente, tais roupas passaram a ser feitas de seda, importada do Extremo Oriente. 


Pessoas de classes inferiores vestiam túnicas simples e mantos retangulares. Posterior e lentamente, tais foram substituídas por roupas feitas de acordo com as medidas de cada pessoa. A túnica das mulheres desenvolveu-se num vestido que era firmemente atado na parte superior do corpo. Os homens passaram a usar mangas por baixo de suas túnicas e meias.

Fontes: imperioretro.blogspot.com.br

terça-feira, 13 de maio de 2014

Segunda Fase da Era Vitoriana (1861-1901)



Em 1861, o Príncipe Albert faleceu e a Rainha Vitória mergulhou em tristeza, vestindo luto e não o tirando até o fim da vida. A morte do Príncipe Albert marca o início da segunda fase da Era Vitoriana: as cores escurecem. O normal era vestir trajes de luto por dois anos, mas a rainha optou pelo luto permanente e muitas mulheres a imitaram.
Moda Feminina
Na década de 1960, a silhueta tornou-se menor, incluindo o tamanho dos chapéus. As saias passaram a ser retas na frente e projetadas para trás, mas ainda com volume e ornamentos.
As mangas eram amplas em estilo pagode e o pescoço enfeitado com golas altas em renda ou outro tecido delicado. Estampas geométricas e listras eram populares em tecidos como cetim, crepe, brocado e tafetá.
O traje noturno tinha decote baixo e mangas curtas usadas com luvas curtas de renda ou de tecido. As saias possuíam crinolinas maiores que as saias de uso diurno. Era comum um tecido de mesma estampa ser usado para dois vestidos, um para o dia, outro para a noite.
As mulheres eram muito enfeitadas, mostrando o poder financeiro da figura masculina da qual ela era dependente.
Os acessórios eram os mesmos da primeira fase: leques, luvas de renda ou de tecido, sombrinhas, pequenas bolsas, cabelos repartidos ao meio e enfeitado com flores e laços. Jóias como pérolas, camafeus, broches e pedras. Nos pés sapatilhas com ou sem um pequeno salto e pra sair às ruas, botas.
Por volta de 1864, a forma da crinolina começou a mudar e recebeu o nome de crinolete. Ao invés de ser em forma de cúpula, a frente e os lados diminuíram e o volume ficou apenas na parte de trás.
Novas silhuetas apareceram entre 1870 e 1890. A moda feminina teve uma grande mistura de estilos. As saias foram varridas para trás, sendo ainda mais justas e estreitas na frente e volumosas em um amontoado de tecido atrás terminando em cauda. O visual causou furor, pois mostrou mais as formas do corpo feminino.
Em 1870, usavam-se vestidos em cores vibrantes, o espartilho poderia ser de outra cor e a saia ter tecidos diferentes, sendo um liso e outro estampado. O espartilho tornou-se ainda mais rígido, restringindo mais os movimentos. Um tipo de jaqueta que formava uma sobressaia foi usadíssima.
O chapéu ao estilo boneca dava lugar a chapéus pequenos, caídos sobre a testa. Usados com cabelos presos. Tranças em torno da cabeça eram muito comuns.
Em 1880, as mangas eram justas e a parte de cima do corpo enfeitada com babados cobrindo o ombro. A saia ficou com forma de trombeta, ainda com muito volume na parte de trás e a forma adquirida junto com os espartilhos era a forma de ampulheta.
A crinolete foi reduzida em um meio arco de metal, chamado de anquinha (em inglês, bustle), que se projetava horizontalmente para trás. Era unido por dobradiças que se movimentavam quando a usuária de sentava ou levantava.
Ainda em 1880, a anquinha gradativamente desapareceu das roupas femininas. As saias passaram a ter formato de sino, as blusas tinham gola alta com babados de renda ou tule. A renda também passou a ser usada em vestidos e em anáguas, que eram agora um símbolo erótico, já que para atravessar a rua, as mulheres tinham que levantar o vestido e deixavam propositadamente a anágua rendada aparecer.
Usavam luvas compridas à noite e leques imensos, as jóias eram extremamente coloridas. Com a popularização das bicicletas, os bloomers, antes rejeitados, passaram a serem usados, apesar de ainda causarem escândalos.
Nos pés, usavam sapatilhas e botas com um pequeno salto.
Mulheres rebeldes e intelectuais se recusavam a usar esse tipo de roupa e usavam peças que imitavam a moda, mas eram soltas e sem corset. Elas protestavam contra o espartilho e as camadas desnecessárias de roupas. À medida que as mulheres foram ficando mais ativas na sociedade, os espartilhos rígidos saíram de moda.
Na década de 1890 houve uma mudança de valores. A Era Vitoriana estava chegando ao fim. Ainda nessa década, o espartilho alongou e fazia com que o corpo da mulher formasse uma silhueta em forma de S. Silhueta que seria bem popular na Belle Époque.
Moda Masculina
A roupa masculina do final da Era Vitoriana, não difere muito da do início. De dia, dominavam as roupas práticas para o trabalho. Usava-se casaco em curva sobre os quadris com abotoamento no peito, sobretudos curtos e calças retas. Como acessório: gravatas borboleta, luvas, bengala, além do bigode, barba e dos cabelos curtos ondulados, cobertos pela cartola. O homem, a partir dessa década passou cada vez mais a usar trajes informais. À noite, o traje era o fraque.
Fontes:blog Moda de Subculturas.